Amigos esse texto abaixo recebi por e-mail e estou repassando à vocês. Pode até parecer exagero, mas também não é uma simples brincadeira. O mal pode ser evitado? Difícil! Remediável? Talvez, quem sabe improvável. O certo é que uma nação de 160 milhões de pessoas não pode ficar estática. Bem... mas que meios, que ações podemos fazer para tentar barrar esse avanço militar americano? Ainda mais quando as coisas estão instaladas aos nossos olho, afrontando nossa soberania. Bem... leiam o texto e tirem suas conclusões.
Abraços,
Fábio Ribeiro
URGENTE E INADIÁVEL:
Neste mês de julho de 2005 os EUA inauguraram uma base militar dentro do
Paraguai e estacionaram ali 400 soldados.
Pergunta-se:
1) Porquê uma base militar americana no Paraguai?
2) Porquê a imprensa brasileira (especialmente a Globo, já que é quase um
monopólio) e latino americana em geral não noticiaram
o fato?
3) O que podem os americanos terem levado para o Paraguai? Mísseis?
Material atômico?
Amigos ou eu tô exagerando, ou eu tô louco, ou a coisa tá muito preta.
Penso assim: o Brasil está em cima do aquífero guarani (o maior do mundo),
tem a quinta maior reserva de urânio do mundo e a Amazônia está na mira dos
americanos há muito tempo. Por muito menos invadiram o Iraque, passando por
cima da oposição da França, da Alemanha e da Rússia. A oposição desses
países europeus se deve certamente ao fato de que já notaram que a máfia
maçônica e de ultra direita instalada no Governo americano e na CIA já está
colocando em prática seus planos de dominação elaborados desde o fim da
Segunda Guerra Mundial.
Alguém pode pensar: nossa que exagero!
Daí eu pergunto: por acaso você viu alguma coisa na imprensa brasileira a
respeito da base militar americana no Paraguai?
Esse silêncio me assusta. Eu só vi uma nota muito pequena no "site" da
Folha de São Paulo noticiando um discurso de Fidel Castro, onde o
governante cubano, inegavelmente lúcido, fala sobre o assunto com grave
veemência.
Se você preferir entra no seguinte link:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u86136.shtml
POIS BEM, MINHA PROPOSTA É FAZER ESSE E-MAIL RODAR O BRASIL INTEIRO EM
MENOS DE 30 DIAS PRA GENTE VER SE ACONTECE ALGUMA COISA, SE A IMPRENSA FALA
DO ASSUNTO, SE ISSO VAI PRO FANTÁSTICO, VEJA, ISTO É, DOMINGO ESPETACULAR,
O GLOBO, JORNAL DO BRASIL, CBN, SE ISSO SAI NO UOL, NO TERRA, ENFIM, ESSE
SILÊNCIO DA IMPRENSA E MAIS INTRIGANTE AINDA, DAS FORÇAS ARMADAS, ESTÁ
REALMENTE ME ASSUSTANDO.
Através deste instrumento de ação temos o objetivo de denunciar ações predatórias no meio ambiente. Não podemos mais conviver com desmandes, descalabros e qualquer tipo de intervenção berrante que o capital, o poder, o dinheiro fazem com as nossas reservas, nosso mundo e nossa vida. Sejamos policiais do meio ambiente, fiscais do nosso patrimonio mundial, natural e cultural. Faça valer os seus direitos, a sua vida. Vamos preservar a natureza e o mundo de qualquer maneira.
domingo, setembro 18, 2005
sexta-feira, julho 29, 2005
CORRUPÇÃO
Vamos organizar um MANIFESTO CONTRA A ONDA DE CORRUPÇÃO que assola esse país.
Conto com a colaboração de vocês.
Conto com a colaboração de vocês.
quinta-feira, maio 19, 2005
Necrochorume
Cemitérios devem adequar-se à nova norma.
Terminou o prazo para que os Cemitérios se adequem à nova legislação ambiental em vigor. Segundo a Resolução CONAMA 335 de 03 de abril de 2003 todos os Cemitérios devem, num prazo de 180 dias a contar da data da publicação dessa Resolução, procurar o Órgão Ambiental Competente para assinar um Termo de Adequação do projeto.
--------------------------------------------------------------------------------
Como os cemitérios podem contaminar as águas subterrâneas
Os cemitérios podem ser fonte geradora de impactos ambientais. A localização e operação inadequadas de necrópoles em meios urbanos podem provocar a contaminação de mananciais hídricos por microrganismos que proliferam no processo de decomposição dos corpos. Se o aqüífero freático for contaminado na área interna do cemitério, esta contaminação poderá fluir para regiões próximas, aumentando o risco de saúde nas pessoas que venham a utilizar desta água captada através de poços rasos.
As amostras de água do aqüífero freático do cemitério de Vila Nova Cachoeirinha apresentaram, principalmente, bactérias heterotróficas (53 x 103 UFC/mL), bactérias proteolíticas (31 NMP/100 mL) e clostrídios sulfito-redutores (45 NMP/100 mL). Também foram encontrados enterovírus e adenovírus nas amostras. As principais fontes de contaminação das águas subterrâneas no cemitério são as sepulturas com menos de um ano, localizadas nas cotas mais baixas, próximas ao nível freático. Nestes locais, é maior a ocorrência de bactérias em geral. Há um grande consumo do oxigênio existente nas águas. As sepulturas ainda provocam um acréscimo na quantidade de sais minerais, aumentando a condutividade elétrica destas águas. Parece haver um aumento na concentração dos íons maiores bicarbonato, cloreto, sódio e cálcio, e dos metais ferro, alumínio, chumbo e zinco nas águas próximas de sepulturas.
As bactérias são transportadas poucos metros, diminuindo em concentração com o aumento da distância à fonte de contaminação. Os vírus parecem ter uma mobilidade maior que as bactérias, podendo atingir algumas dezenas de metros no aqüífero freático do cemitério de Vila Nova Cachoeirinha. Os vírus foram transportados, no mínimo, 3,2 m na zona não saturada até alcançar o aqüífero.
www.igc.usp.br/subsites/cemiterios/cemit.php
Coordenador: Prof. Dr. Alberto Pacheco (apacheco@usp.br)
Pesquisador: Eng. Dr. Bolivar A. Matos (bolivar@ana.gov.br)
--------------------------------------------------------------------------------
Cemitérios - Fonte de Contaminação
"Poucos imaginam, mas os mortos são capazes de se tornar perigosos poluentes. É que o processo de decomposição de um corpo, que ao todo leva em média dois anos e meio, dá origem a um líquido chamado necrochorume. Este composto é eliminado durante o primeiro ano após o sepultamento. Trata-se de um escoamento viscoso, com a coloração acinzentada que com a chuva pode atingir o aqüífero freático, ou seja, a água subterrânea de pequena profundidade. O geólogo e professor da Universidade São Judas Tadeu, de São Paulo, Lezíro Marques Silva, que há quase 30 anos dedica-se a pesquisas sobre o tema, verificou a situação em 600 cemitérios do País e constatou que cerca de 75% deles poluem o meio ambiente. Ora por não tomarem o devido cuidado com o sepultamento dos cadáveres, ora pela localização em terrenos inapropriados. Ele aponta, por exemplo, o limite de dois metros acima do lençol freático para o sepultamento de um morto. O necrochorume é formado por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas altamente tóxicas: a putresina e a cadaverina. "Em São Paulo há vetores transmissores da poliomielite e da hepatite e as pessoas que não têm acesso à rede pública de abastecimento e utilizam poços é que são afetadas. Se em São Paulo a situação já é grave, imagine nos cantões do País?", questiona o professor."
http//:www.terra.com.br/istoe/Reportagens/cemiterio.htm
--------------------------------------------------------------------------------
“Em cerca de 75% dos cemitérios públicos há problemas de contaminação e,
nos particulares, o índice é de 25%”
Lezíro Marques Silva
"Quase todos os cemitérios públicos podem apresentar problemas hidrogeoambientais, ou seja, contaminação das águas subterrâneas (lençóis freáticos) pelo necrochorume, líquido eliminado pelos corpos no primeiro ano do sepultamento.O sinal de alerta tem sido dado pelo geólogo paulista Lezíro Marques Silva, que pesquisa o assunto desde 1970. Para sua pesquisa o professor percorreu 600 cemitérios municipais e particulares em todo o Brasil, encontrando um quadro no mínimo preocupante: “Em cerca de 75% dos cemitérios públicos há problemas de contaminação e, nos particulares, o índice é de 25%”, afirma, complementando que não registrou qualquer preocupação das autoridades com essa questão
Segundo o pesquisador, o cadáver de um adulto, pesando em média 70 quilos, produz cerca de 30 litros de necrochorume em seu processo de decomposição. Esse líquido é composto por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, entre as quais algumas bastante tóxicas, como a putrefina e a cadaverina: um meio ideas para a proliferação de substâncias responsáveis pela transmissão de doenças infecto-cotagiosas, entre elas a hepatite e a poliomielite.Em razão dessas características peculiares, esses microorganismos podem proliferar num raio superior a 400 metros do cemitério. Lezíro Silva explica que o necrochorume é facilmente absorvido pela água e, por isso, a contaminação é problemática, principalmente, nos locais onde o abastecimento se dá por poços ou cisternas: “Além da contaminação, a má localização dos cemitérios é outro fator de dificuldade, pois o estado inalterado de alguns corpos – a exemplo da ocorrência de fenômenos como a saponificação (o corpo não se decompõe), nos locais onde o terreno é úmido, e a mumificação, em locais de solo arenoso – obrigam à expansão da área o que ganha contorno dramático nas grandes cidades."
http://br.share.geocities.com/cemite/impactos.htm
--------------------------------------------------------------------------------
"Sobre a Resolução CONAMA acho um avanço, mas algumas pessoas reclamaram que havia muitos donos de cemitéios no Conselho que elaborou a lei."
"Os riscos a saúde e ao meio ambiente ocorrem com o líquido de decomposição provenientes dos cadáveres (necrochorume ou produto da coliquação) gerando a contaminação do aqüífero (lençol) freático.
Em média um cadáver de 80 kilos emite 30 litros de necrochorume, e nesse caldo maldito (música do Ratos de Porão, Necrochorume Caldo Maldito) temos a cadaverina, a putrescina, a salmonella, provocando febre tiffóide, diarréias, etc."
Eduardo Coelho Margado Rezende - Bacharel/Licenciado em Geografia / USP
www.necropole.hpg.com.br
Terminou o prazo para que os Cemitérios se adequem à nova legislação ambiental em vigor. Segundo a Resolução CONAMA 335 de 03 de abril de 2003 todos os Cemitérios devem, num prazo de 180 dias a contar da data da publicação dessa Resolução, procurar o Órgão Ambiental Competente para assinar um Termo de Adequação do projeto.
--------------------------------------------------------------------------------
Como os cemitérios podem contaminar as águas subterrâneas
Os cemitérios podem ser fonte geradora de impactos ambientais. A localização e operação inadequadas de necrópoles em meios urbanos podem provocar a contaminação de mananciais hídricos por microrganismos que proliferam no processo de decomposição dos corpos. Se o aqüífero freático for contaminado na área interna do cemitério, esta contaminação poderá fluir para regiões próximas, aumentando o risco de saúde nas pessoas que venham a utilizar desta água captada através de poços rasos.
As amostras de água do aqüífero freático do cemitério de Vila Nova Cachoeirinha apresentaram, principalmente, bactérias heterotróficas (53 x 103 UFC/mL), bactérias proteolíticas (31 NMP/100 mL) e clostrídios sulfito-redutores (45 NMP/100 mL). Também foram encontrados enterovírus e adenovírus nas amostras. As principais fontes de contaminação das águas subterrâneas no cemitério são as sepulturas com menos de um ano, localizadas nas cotas mais baixas, próximas ao nível freático. Nestes locais, é maior a ocorrência de bactérias em geral. Há um grande consumo do oxigênio existente nas águas. As sepulturas ainda provocam um acréscimo na quantidade de sais minerais, aumentando a condutividade elétrica destas águas. Parece haver um aumento na concentração dos íons maiores bicarbonato, cloreto, sódio e cálcio, e dos metais ferro, alumínio, chumbo e zinco nas águas próximas de sepulturas.
As bactérias são transportadas poucos metros, diminuindo em concentração com o aumento da distância à fonte de contaminação. Os vírus parecem ter uma mobilidade maior que as bactérias, podendo atingir algumas dezenas de metros no aqüífero freático do cemitério de Vila Nova Cachoeirinha. Os vírus foram transportados, no mínimo, 3,2 m na zona não saturada até alcançar o aqüífero.
www.igc.usp.br/subsites/cemiterios/cemit.php
Coordenador: Prof. Dr. Alberto Pacheco (apacheco@usp.br)
Pesquisador: Eng. Dr. Bolivar A. Matos (bolivar@ana.gov.br)
--------------------------------------------------------------------------------
Cemitérios - Fonte de Contaminação
"Poucos imaginam, mas os mortos são capazes de se tornar perigosos poluentes. É que o processo de decomposição de um corpo, que ao todo leva em média dois anos e meio, dá origem a um líquido chamado necrochorume. Este composto é eliminado durante o primeiro ano após o sepultamento. Trata-se de um escoamento viscoso, com a coloração acinzentada que com a chuva pode atingir o aqüífero freático, ou seja, a água subterrânea de pequena profundidade. O geólogo e professor da Universidade São Judas Tadeu, de São Paulo, Lezíro Marques Silva, que há quase 30 anos dedica-se a pesquisas sobre o tema, verificou a situação em 600 cemitérios do País e constatou que cerca de 75% deles poluem o meio ambiente. Ora por não tomarem o devido cuidado com o sepultamento dos cadáveres, ora pela localização em terrenos inapropriados. Ele aponta, por exemplo, o limite de dois metros acima do lençol freático para o sepultamento de um morto. O necrochorume é formado por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas altamente tóxicas: a putresina e a cadaverina. "Em São Paulo há vetores transmissores da poliomielite e da hepatite e as pessoas que não têm acesso à rede pública de abastecimento e utilizam poços é que são afetadas. Se em São Paulo a situação já é grave, imagine nos cantões do País?", questiona o professor."
http//:www.terra.com.br/istoe/Reportagens/cemiterio.htm
--------------------------------------------------------------------------------
“Em cerca de 75% dos cemitérios públicos há problemas de contaminação e,
nos particulares, o índice é de 25%”
Lezíro Marques Silva
"Quase todos os cemitérios públicos podem apresentar problemas hidrogeoambientais, ou seja, contaminação das águas subterrâneas (lençóis freáticos) pelo necrochorume, líquido eliminado pelos corpos no primeiro ano do sepultamento.O sinal de alerta tem sido dado pelo geólogo paulista Lezíro Marques Silva, que pesquisa o assunto desde 1970. Para sua pesquisa o professor percorreu 600 cemitérios municipais e particulares em todo o Brasil, encontrando um quadro no mínimo preocupante: “Em cerca de 75% dos cemitérios públicos há problemas de contaminação e, nos particulares, o índice é de 25%”, afirma, complementando que não registrou qualquer preocupação das autoridades com essa questão
Segundo o pesquisador, o cadáver de um adulto, pesando em média 70 quilos, produz cerca de 30 litros de necrochorume em seu processo de decomposição. Esse líquido é composto por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, entre as quais algumas bastante tóxicas, como a putrefina e a cadaverina: um meio ideas para a proliferação de substâncias responsáveis pela transmissão de doenças infecto-cotagiosas, entre elas a hepatite e a poliomielite.Em razão dessas características peculiares, esses microorganismos podem proliferar num raio superior a 400 metros do cemitério. Lezíro Silva explica que o necrochorume é facilmente absorvido pela água e, por isso, a contaminação é problemática, principalmente, nos locais onde o abastecimento se dá por poços ou cisternas: “Além da contaminação, a má localização dos cemitérios é outro fator de dificuldade, pois o estado inalterado de alguns corpos – a exemplo da ocorrência de fenômenos como a saponificação (o corpo não se decompõe), nos locais onde o terreno é úmido, e a mumificação, em locais de solo arenoso – obrigam à expansão da área o que ganha contorno dramático nas grandes cidades."
http://br.share.geocities.com/cemite/impactos.htm
--------------------------------------------------------------------------------
"Sobre a Resolução CONAMA acho um avanço, mas algumas pessoas reclamaram que havia muitos donos de cemitéios no Conselho que elaborou a lei."
"Os riscos a saúde e ao meio ambiente ocorrem com o líquido de decomposição provenientes dos cadáveres (necrochorume ou produto da coliquação) gerando a contaminação do aqüífero (lençol) freático.
Em média um cadáver de 80 kilos emite 30 litros de necrochorume, e nesse caldo maldito (música do Ratos de Porão, Necrochorume Caldo Maldito) temos a cadaverina, a putrescina, a salmonella, provocando febre tiffóide, diarréias, etc."
Eduardo Coelho Margado Rezende - Bacharel/Licenciado em Geografia / USP
www.necropole.hpg.com.br
sábado, abril 30, 2005
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
Desperdício Vital
DESPERDÍCIO VITAL
Fábio Henrique Ribeiro Pereira*
Em entrevista concedida ao programa Almanaque da Globo News em 21.02.2005, o cientista social Ricardo Petrella, especialista em questões relacionadas à água (consumo, política, gestão dos recursos hídricos etc) alerta para questões importantes no que diz respeito à utilização desse importante recurso natural.
O que mais chamou a atenção naquele relato foi o alerta no qual o especialista estima que num prazo máximo de 20 anos, a água, caso continue sendo consumida nos moldes atuais pode gerar conseqüências gravíssimas para populações de diversos países que sofrerão pela falta de água potável para o consumo e conseqüentemente para sobrevivência.
A questão do desperdício de água potável em atividades industriais, siderúrgicas, automobilísticas, construção civil, também é preocupante, pois gasta-se grandes quantidades para fins diferentes daqueles considerados vitais para a população mundial.
Na última conferência mundial ONU de recursos hídricos, onde reuniu centenas de chefes de estados e representantes sugeriram a cobrança pelo uso da água de forma a torná-lo racional, preservando para as gerações futuras. A água foi tratada assim, como bem econômico.
O estudioso alerta também para a questão da poluição dos recursos hídricos (rios, lagos, lençóis freáticos, aqüíferos) por atividades antrópicas, tais como a agricultura, que utiliza pesticidas, fertilizantes e atividades industriais que lançam seu lixo industrial diretamente no ar, na água sem nenhum tipo de tratamento.
Fez ainda alusão para a tragédia dos rios que estão morrendo e que não chegam mais até o mar, devido à construção de represas, barragens, hidrelétricas e o bombeamento para processos de irrigação. Cita como exemplo o Rio Colorado nos Estados Unidos que diante de tantas construções teve seu volume diminuído e conseqüentemente sua capacidade de atingir o oceano interrompida. No Brasil, a intensa atividade urbana (predatória) e as atividades agrícolas têm causado além da poluição, processos de esgotamento e assoreamento de rios, prejudicando inclusive a navegabilidade.
Devemos lembrar ainda que a perfuração indiscriminada e sem fiscalização de poços tem tornado cada vez mais caras e mais profundas as chances de se encontrar águas subterrâneas. Se antes era necessário perfurar 20,00 m para achar água potável com o tempo a possibilidade aumentou para 40, 60,80...até quando se tornar inviável.
A entrevista aborda ainda outros aspectos importantes desse cenário atual de uso da água: a briga de países pelo seu domínio, fato que vem acontecendo em países do oriente médio onde o recurso é bastante escasso e chefes de estado o utilizam como moeda e fonte de barganha e ganhos políticos. Tal briga por esse recurso bem como as guerras que tem ocorrido pelo petróleo mostram claramente porque irão se digladiar nas próximas décadas os países poderosos.
Segundo ele , aproximadamente 97,5% de toda a água do planeta é salgada, o restante é doce destinado ao consumo humano. Desse restante o desperdício, a poluição e a má utilização dos recursos tem tornado-o cada vez mais caro e raro.
A entrevista encerra com a mensagem de que temos condições tecnológicas e econômicas de permitir que as futuras gerações tenham acesso à água potável, bastando para isso adotarmos medidas emergenciais, de contenção (eliminação) de desperdícios e destinação do recurso, apenas na medida que couber para determinado fim e cobrar dos usuários para que tenham consciência da importância vital desse recurso.
O Direito Brasileiro trata os recursos naturais como sendo um bem difuso, ou seja, é de todos e não é de ninguém, e o Estado como gestor tendo a incumbência de geri-lo da melhor maneira, de forma a torná-lo acessível a todos, além de permitir a sobrevivência, e isto vale para água, ar, alimentos,etc.
O mesmo direito, no aspecto ambiental diz ainda que o dano ambiental é solidário, ou seja, caso ocorra algum impacto ou que prejudique o fornecimento dos recursos naturais, todos somos culpados, pois devemos ser fiscais das atividades potencialmente poluidoras e isto vale para a água; o bem mais precioso, pois dela dependemos para a sobrevivência. Diante desses fatores cabe-nos questionar: até que ponto uma atividade potencialmente poluidora dos recursos hídricos (sem contar os demais) é benéfica a uma região? E nas regiões nas quais as grandes indústrias estão sendo implantadas e que vêm ocorrendo prejuízos à população e do meio ambiente local, qual a melhor forma de assegurar qualidade de vida às populações?
O Brasil, como país que detém a maior porcentagem de água doce do planeta tem a obrigação de encabeçar uma política mundial para uma gestão de recursos hídricos global, da mesma forma que tem procurado tratar a fome, pois no futuro, além da fome os pobres terão sede; daí para o fim é um passo.
Fábio Henrique Ribeiro Pereira*
Em entrevista concedida ao programa Almanaque da Globo News em 21.02.2005, o cientista social Ricardo Petrella, especialista em questões relacionadas à água (consumo, política, gestão dos recursos hídricos etc) alerta para questões importantes no que diz respeito à utilização desse importante recurso natural.
O que mais chamou a atenção naquele relato foi o alerta no qual o especialista estima que num prazo máximo de 20 anos, a água, caso continue sendo consumida nos moldes atuais pode gerar conseqüências gravíssimas para populações de diversos países que sofrerão pela falta de água potável para o consumo e conseqüentemente para sobrevivência.
A questão do desperdício de água potável em atividades industriais, siderúrgicas, automobilísticas, construção civil, também é preocupante, pois gasta-se grandes quantidades para fins diferentes daqueles considerados vitais para a população mundial.
Na última conferência mundial ONU de recursos hídricos, onde reuniu centenas de chefes de estados e representantes sugeriram a cobrança pelo uso da água de forma a torná-lo racional, preservando para as gerações futuras. A água foi tratada assim, como bem econômico.
O estudioso alerta também para a questão da poluição dos recursos hídricos (rios, lagos, lençóis freáticos, aqüíferos) por atividades antrópicas, tais como a agricultura, que utiliza pesticidas, fertilizantes e atividades industriais que lançam seu lixo industrial diretamente no ar, na água sem nenhum tipo de tratamento.
Fez ainda alusão para a tragédia dos rios que estão morrendo e que não chegam mais até o mar, devido à construção de represas, barragens, hidrelétricas e o bombeamento para processos de irrigação. Cita como exemplo o Rio Colorado nos Estados Unidos que diante de tantas construções teve seu volume diminuído e conseqüentemente sua capacidade de atingir o oceano interrompida. No Brasil, a intensa atividade urbana (predatória) e as atividades agrícolas têm causado além da poluição, processos de esgotamento e assoreamento de rios, prejudicando inclusive a navegabilidade.
Devemos lembrar ainda que a perfuração indiscriminada e sem fiscalização de poços tem tornado cada vez mais caras e mais profundas as chances de se encontrar águas subterrâneas. Se antes era necessário perfurar 20,00 m para achar água potável com o tempo a possibilidade aumentou para 40, 60,80...até quando se tornar inviável.
A entrevista aborda ainda outros aspectos importantes desse cenário atual de uso da água: a briga de países pelo seu domínio, fato que vem acontecendo em países do oriente médio onde o recurso é bastante escasso e chefes de estado o utilizam como moeda e fonte de barganha e ganhos políticos. Tal briga por esse recurso bem como as guerras que tem ocorrido pelo petróleo mostram claramente porque irão se digladiar nas próximas décadas os países poderosos.
Segundo ele , aproximadamente 97,5% de toda a água do planeta é salgada, o restante é doce destinado ao consumo humano. Desse restante o desperdício, a poluição e a má utilização dos recursos tem tornado-o cada vez mais caro e raro.
A entrevista encerra com a mensagem de que temos condições tecnológicas e econômicas de permitir que as futuras gerações tenham acesso à água potável, bastando para isso adotarmos medidas emergenciais, de contenção (eliminação) de desperdícios e destinação do recurso, apenas na medida que couber para determinado fim e cobrar dos usuários para que tenham consciência da importância vital desse recurso.
O Direito Brasileiro trata os recursos naturais como sendo um bem difuso, ou seja, é de todos e não é de ninguém, e o Estado como gestor tendo a incumbência de geri-lo da melhor maneira, de forma a torná-lo acessível a todos, além de permitir a sobrevivência, e isto vale para água, ar, alimentos,etc.
O mesmo direito, no aspecto ambiental diz ainda que o dano ambiental é solidário, ou seja, caso ocorra algum impacto ou que prejudique o fornecimento dos recursos naturais, todos somos culpados, pois devemos ser fiscais das atividades potencialmente poluidoras e isto vale para a água; o bem mais precioso, pois dela dependemos para a sobrevivência. Diante desses fatores cabe-nos questionar: até que ponto uma atividade potencialmente poluidora dos recursos hídricos (sem contar os demais) é benéfica a uma região? E nas regiões nas quais as grandes indústrias estão sendo implantadas e que vêm ocorrendo prejuízos à população e do meio ambiente local, qual a melhor forma de assegurar qualidade de vida às populações?
O Brasil, como país que detém a maior porcentagem de água doce do planeta tem a obrigação de encabeçar uma política mundial para uma gestão de recursos hídricos global, da mesma forma que tem procurado tratar a fome, pois no futuro, além da fome os pobres terão sede; daí para o fim é um passo.
domingo, janeiro 02, 2005
Vale Poluir!
- Vale Poluir
- Vale Degradar
- Vale explorar milhares de trabalhadores
- Vale acabar com as reservas naturais
- Vale poluir o mundo
- Vale Poluir as praias
- Vale mandar nossas riquesas para o exterior
- Vale tentar enganar a população do Maranhão e Pará e Brasil
- Vale Tudo. Aqui no Maranhão Tudo Vale. Com uma canetada Vale tudo!
- Vale querer implantar siderurgia
- Vale remover milhares de familias de suas casas
- Vale estrada que não existe
- Vale beneficiar empresas de parentes
- Vale...
E para você? O que vale?
Ass: Fábio Ribeiro
- Vale Degradar
- Vale explorar milhares de trabalhadores
- Vale acabar com as reservas naturais
- Vale poluir o mundo
- Vale Poluir as praias
- Vale mandar nossas riquesas para o exterior
- Vale tentar enganar a população do Maranhão e Pará e Brasil
- Vale Tudo. Aqui no Maranhão Tudo Vale. Com uma canetada Vale tudo!
- Vale querer implantar siderurgia
- Vale remover milhares de familias de suas casas
- Vale estrada que não existe
- Vale beneficiar empresas de parentes
- Vale...
E para você? O que vale?
Ass: Fábio Ribeiro
sábado, dezembro 18, 2004
Taxa de Coleta de Lixo
Oi amigos,
está sendo implantada em São Luís (MA) a Taxa de Coleta de Lixo. Queria saber de vocês a opinião. Vocês acham isso legal? Se sim diga porque, se não também. Quanto a mim estou estudando o assunto para emitir uma opinião com fundamentos sólidos
Até o próximo
Ass: Fábio Ribeiro
está sendo implantada em São Luís (MA) a Taxa de Coleta de Lixo. Queria saber de vocês a opinião. Vocês acham isso legal? Se sim diga porque, se não também. Quanto a mim estou estudando o assunto para emitir uma opinião com fundamentos sólidos
Até o próximo
Ass: Fábio Ribeiro
quarta-feira, outubro 27, 2004
Preço Justo
Preço Justo
São Luís está passando por um momento único na sua história político econômica e todos devemos estar atentos para a realidade que está acontecendo aqui.
Chegou a vez de recebermos investimentos significativos na área de siderurgia e outras indústrias e atividades que virão a reboque destas, atraídas pelas oportunidades aqui existentes(estrada de ferro, porto, crecimento do mercado consumidor). Alguns vêem essa nova realidade como algo benéfico, outros mais precavidos percebem como uma grande tragédia, principalmente em termos ambientais.
Diante dessa nova realidade surgirão muitos novos empregos e serviços no setor da construção civil e é necessário que este esteja completamente capacitado e legalizado para um atuação digna da formação e carreira que abraçaram. O CREA-MA como órgão fiscalizador e controlador das atividades da construção civil em todo o Estado do Maranhão tem o dever também de zelar pela imagem e reputação dos profissionais que fazem parte deste conselho.
Para que possamos ser ainda mais valorizados e melhor remunerados em nossas profissões deveria haver uma tabela com preços determinados(reajustáveis de acordo com a inflação) para a cobrança dos nossos serviços a terceiros, ou seja, qualquer serviço realizado por Arquitetos, Agrônomos, Engenheiros e técnicos seria tabelado e aquele que fosse flagrado cobrando valores inferior aos tabelados sofreria sanções, punições e até a anulação do registro profissional.
Desta maneira, estaríamos cobrando da sociedade um preço justo pela prestação dos nossos serviços e evitaríamos dessa forma competição desleal e sub-valorização profissional. Ninguém nunca vai dar valor àquele que não se valoriza nem abraça sua profissão com amor e dedicação.
Uma determinada classe que tem o intuito de se tornar forte e capacitada deve estar amparada por uma entidade forte que congregue todos os profissionais, que dela fazem parte, de forma harmônica e traga para os mesmos ganhos e não dissabores. A maneira de pensar e agir do CREA-MA deve ser sempre nesse sentido: clara, harmoniosa, eficaz e transparente
São Luís está passando por um momento único na sua história político econômica e todos devemos estar atentos para a realidade que está acontecendo aqui.
Chegou a vez de recebermos investimentos significativos na área de siderurgia e outras indústrias e atividades que virão a reboque destas, atraídas pelas oportunidades aqui existentes(estrada de ferro, porto, crecimento do mercado consumidor). Alguns vêem essa nova realidade como algo benéfico, outros mais precavidos percebem como uma grande tragédia, principalmente em termos ambientais.
Diante dessa nova realidade surgirão muitos novos empregos e serviços no setor da construção civil e é necessário que este esteja completamente capacitado e legalizado para um atuação digna da formação e carreira que abraçaram. O CREA-MA como órgão fiscalizador e controlador das atividades da construção civil em todo o Estado do Maranhão tem o dever também de zelar pela imagem e reputação dos profissionais que fazem parte deste conselho.
Para que possamos ser ainda mais valorizados e melhor remunerados em nossas profissões deveria haver uma tabela com preços determinados(reajustáveis de acordo com a inflação) para a cobrança dos nossos serviços a terceiros, ou seja, qualquer serviço realizado por Arquitetos, Agrônomos, Engenheiros e técnicos seria tabelado e aquele que fosse flagrado cobrando valores inferior aos tabelados sofreria sanções, punições e até a anulação do registro profissional.
Desta maneira, estaríamos cobrando da sociedade um preço justo pela prestação dos nossos serviços e evitaríamos dessa forma competição desleal e sub-valorização profissional. Ninguém nunca vai dar valor àquele que não se valoriza nem abraça sua profissão com amor e dedicação.
Uma determinada classe que tem o intuito de se tornar forte e capacitada deve estar amparada por uma entidade forte que congregue todos os profissionais, que dela fazem parte, de forma harmônica e traga para os mesmos ganhos e não dissabores. A maneira de pensar e agir do CREA-MA deve ser sempre nesse sentido: clara, harmoniosa, eficaz e transparente
sábado, outubro 09, 2004
Delinquencia governamental
Anuncio de desesperado! 
Esse é o retrato da delinquencia dos administradores da nossa cidade. Enquanto o centro da cidade(Renascença, Calhau, e outros poucos) recebe a maior parte da verba que os contribuintes pagam à prefeitura através dos impostos, a periferia fica a mercê da sua própria sorte? Que política é esse que contempla e embeleza as praças do centro, as avenidas do Renascença e exclui a população da periferia do acesso aos seus direitos. Os politicos precisam tomar vergonha e tornar a cidade habitável e digna dos seus moradores. A situação é tão dramática que o proprietário de imóvel desesperado, querendo sair do bairro onde mora por falta de condições e com a saúde comprometida não consegue vendê-lo. É uma grande vergonha. Um dia essa realidade mudará. Um dia, quando a população deixar de ser influenciada por propagandas enganosas e realmente eleger aquele que quer fazer. O dia que surgir uma pessoa dessa...me avise!

Esse é o retrato da delinquencia dos administradores da nossa cidade. Enquanto o centro da cidade(Renascença, Calhau, e outros poucos) recebe a maior parte da verba que os contribuintes pagam à prefeitura através dos impostos, a periferia fica a mercê da sua própria sorte? Que política é esse que contempla e embeleza as praças do centro, as avenidas do Renascença e exclui a população da periferia do acesso aos seus direitos. Os politicos precisam tomar vergonha e tornar a cidade habitável e digna dos seus moradores. A situação é tão dramática que o proprietário de imóvel desesperado, querendo sair do bairro onde mora por falta de condições e com a saúde comprometida não consegue vendê-lo. É uma grande vergonha. Um dia essa realidade mudará. Um dia, quando a população deixar de ser influenciada por propagandas enganosas e realmente eleger aquele que quer fazer. O dia que surgir uma pessoa dessa...me avise!
segunda-feira, agosto 30, 2004
Se isso tudo for verdade, parabéns...
...pena que ainda não estamos fazendo isso em nossas residências e ainda a grande maioria das empresas só polui...
Moto Honda recicla 89% dos resíduos gerados em sua fábrica Economia Da equipe do JC
A preservação do meio ambiente e a busca da excelência são princípios que a Moto Honda da Amazônia vem adotando em todas as etapas de produção de sua linha de motocicletas, desde a fundação da fábrica de Manaus, em 1976. Nos últimos quatro anos, a exemplo de outras unidades Honda no mundo, a empresa investiu US$ 31 milhões em ações voltadas ao aprimoramento de produtos e processos industriais para a redução de poluentes, que integram o projeto de gestão ambiental Green Factory.
O gerenciamento de resíduos é um dos compromissos da empresa, que procura reduzir o uso de recursos naturais e evitar desperdícios no consumo de materiais e energia. Todo mês, do total de 2.067 toneladas de lixo, resultantes da fabricação de motocicletas, 89% são recicladas, 8% incineradas e apenas 3% vão para aterros municipais.
Atualmente 1.833 toneladas de materiais como aço, madeira, alumínio, areia de fundição, papel e papelão se transformam em novas matérias-primas para uso interno e externo. A receita gerada com a venda dos resíduos para empresas recicladoras parceiras da Honda é usada para pagar a destinação dos materiais mais perigosos e fazer a manutenção do gerenciamento de resíduos dentro do Sistema de Gestão Ambiental.
Tudo se transforma na fábrica, ou seja, ao invés de ir direto para o aterro, substâncias como a areia de fundição e o lodo gerado na Estação de Tratamento de Efluentes industriais viram matérias-primas para a fabricação de massa asfáltica e cimento.
Pneus são reaproveitados
O óleo, após ser usado na produção, é novamente refinado e utilizado em outras indústrias. Os pneus e as sobras de napa do assento das motocicletas são aproveitados na confecção de solados e calçados.
A bateria é reciclada para fabricar utensílios de pesca, munição e refrigeração. A serragem é transformada em adubo orgânico e usada no Projeto Agrícola da Honda, localizado em uma área a 70 km da fábrica, que visa o plantio de árvores frutíferas e espécies de valor ameaçadas de extinção como mogno, pau-rosa, copaíba e andiroba.
Até os utensílios que fazem parte do dia-a-dia dos funcionários, como lâmpadas, cartuchos de impressora e copos plásticos são reciclados por empresas parceiras e transformados em capas de CD’s, cabides para roupa e escovas de dente.
Embalagens recicláveis
A Honda investiu ainda em uma fábrica de embalagens metálicas recicláveis para as motocicletas, eliminando gradativamente 90% do papelão utilizado com essa finalidade. Hoje, 21% das unidades produzidas e destinadas ao mercado doméstico são acondicionadas em racks retornáveis, que se adaptam perfeitamente às carretas de transporte, ajudando a diminuir ainda mais a geração de resíduos metálicos.
Compromisso
O gerenciamento de resíduos é um dos compromissos da empresa, que procura evitar desperdícios no consumo.(Atualizada em: 25/08/2004)
Fonte: http://www.jcam.com.br/materia.php?idMateria=27699&idCaderno=2
Moto Honda recicla 89% dos resíduos gerados em sua fábrica Economia Da equipe do JC
A preservação do meio ambiente e a busca da excelência são princípios que a Moto Honda da Amazônia vem adotando em todas as etapas de produção de sua linha de motocicletas, desde a fundação da fábrica de Manaus, em 1976. Nos últimos quatro anos, a exemplo de outras unidades Honda no mundo, a empresa investiu US$ 31 milhões em ações voltadas ao aprimoramento de produtos e processos industriais para a redução de poluentes, que integram o projeto de gestão ambiental Green Factory.
O gerenciamento de resíduos é um dos compromissos da empresa, que procura reduzir o uso de recursos naturais e evitar desperdícios no consumo de materiais e energia. Todo mês, do total de 2.067 toneladas de lixo, resultantes da fabricação de motocicletas, 89% são recicladas, 8% incineradas e apenas 3% vão para aterros municipais.
Atualmente 1.833 toneladas de materiais como aço, madeira, alumínio, areia de fundição, papel e papelão se transformam em novas matérias-primas para uso interno e externo. A receita gerada com a venda dos resíduos para empresas recicladoras parceiras da Honda é usada para pagar a destinação dos materiais mais perigosos e fazer a manutenção do gerenciamento de resíduos dentro do Sistema de Gestão Ambiental.
Tudo se transforma na fábrica, ou seja, ao invés de ir direto para o aterro, substâncias como a areia de fundição e o lodo gerado na Estação de Tratamento de Efluentes industriais viram matérias-primas para a fabricação de massa asfáltica e cimento.
Pneus são reaproveitados
O óleo, após ser usado na produção, é novamente refinado e utilizado em outras indústrias. Os pneus e as sobras de napa do assento das motocicletas são aproveitados na confecção de solados e calçados.
A bateria é reciclada para fabricar utensílios de pesca, munição e refrigeração. A serragem é transformada em adubo orgânico e usada no Projeto Agrícola da Honda, localizado em uma área a 70 km da fábrica, que visa o plantio de árvores frutíferas e espécies de valor ameaçadas de extinção como mogno, pau-rosa, copaíba e andiroba.
Até os utensílios que fazem parte do dia-a-dia dos funcionários, como lâmpadas, cartuchos de impressora e copos plásticos são reciclados por empresas parceiras e transformados em capas de CD’s, cabides para roupa e escovas de dente.
Embalagens recicláveis
A Honda investiu ainda em uma fábrica de embalagens metálicas recicláveis para as motocicletas, eliminando gradativamente 90% do papelão utilizado com essa finalidade. Hoje, 21% das unidades produzidas e destinadas ao mercado doméstico são acondicionadas em racks retornáveis, que se adaptam perfeitamente às carretas de transporte, ajudando a diminuir ainda mais a geração de resíduos metálicos.
Compromisso
O gerenciamento de resíduos é um dos compromissos da empresa, que procura evitar desperdícios no consumo.(Atualizada em: 25/08/2004)
Fonte: http://www.jcam.com.br/materia.php?idMateria=27699&idCaderno=2
sábado, agosto 28, 2004
Cadeia... Cadeira Elétrica para esses criminosos...
Madeireiros devastam mil hectares no Pará*
Belém - Uma área de floresta de mil hectares, do mesmo tamanho de mil campos de futebol, foi devastada por madeireiros de Anapu, no sudoeste do Pará. Os fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), durante operação que contou com o apoio do Grupo Tático da Polícia Militar de Altamira, apreendeu 34 motosserras, encontrando no local 54 trabalhadores, entre eles duas mulheres. “Além do crime ambiental, a polícia poderá indiciar os responsáveis pelo desmatamento pela prática de trabalho escravo. Os policiais constataram que os trabalhadores estavam em condições precárias de sobrevivência, dormiam em barracos de lona, bebiam água de um igarapé e, para se alimentar, precisavam caçar animais silvestres. O chefe do escritório do Ibama em Altamira, Elielson Soares, disse que a derrubada ilegal da mata aconteceu a 70 km de Anapu, no km 55, dentro de um projeto de desenvolvimento sustentável ainda em fase de implantação pelo Incra e que deve beneficiar cerca de 600 famílias de agricultores. Aos policiais e agentes do governo, os trabalhadores encontrados no local do desmatamento disseram ter sido contratados por um homem de prenome Bira, residente em Altamira, para derrubar a floresta e transformar a área em pasto para o gado.
* Fonte: Jornal Pequeno. (www.jornalpequeno.net/)
Belém - Uma área de floresta de mil hectares, do mesmo tamanho de mil campos de futebol, foi devastada por madeireiros de Anapu, no sudoeste do Pará. Os fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), durante operação que contou com o apoio do Grupo Tático da Polícia Militar de Altamira, apreendeu 34 motosserras, encontrando no local 54 trabalhadores, entre eles duas mulheres. “Além do crime ambiental, a polícia poderá indiciar os responsáveis pelo desmatamento pela prática de trabalho escravo. Os policiais constataram que os trabalhadores estavam em condições precárias de sobrevivência, dormiam em barracos de lona, bebiam água de um igarapé e, para se alimentar, precisavam caçar animais silvestres. O chefe do escritório do Ibama em Altamira, Elielson Soares, disse que a derrubada ilegal da mata aconteceu a 70 km de Anapu, no km 55, dentro de um projeto de desenvolvimento sustentável ainda em fase de implantação pelo Incra e que deve beneficiar cerca de 600 famílias de agricultores. Aos policiais e agentes do governo, os trabalhadores encontrados no local do desmatamento disseram ter sido contratados por um homem de prenome Bira, residente em Altamira, para derrubar a floresta e transformar a área em pasto para o gado.
* Fonte: Jornal Pequeno. (www.jornalpequeno.net/)
sexta-feira, agosto 27, 2004
Teste seus conhecimentos políticos!
TESTE SEUS CONHECIMENTOS PARA AS ELEIÇÕES DE 2004
Marque somente uma alternativa:
1. Qual o nome da família responsável pelo atraso e miséria
do Maranhão?
a. Smith.
b. Kennedy
c. Sarney
d. Clinton
e. Walker
2. Qual a "dupla dinâmica" que quebrou o Estado do Maranhão
nos últimos oito anos?
a. Bush e Bárbara
b. Batman e Robin
c. Roseana e Jorginho
d. Tom e Jerry
e. Pingüim e Mulher Gato
3. Qual o nome da "empresa" do "tio patinhas maranhense"
onde foi encontrado a "bagatela" de R$ 1 milhão e 340 mil
reais?
a. Irmãos Metralha & Cia
b. Ronald Biggs Ltda.
c. A branca de Neve e os 7 anões do orçamento S/A
d. Lalau Fusões e Incorporações Ltda.
e. Lunus
4. Qual o apelido da Senadora mimada, que tem chilique,
esperneia, pisca-pisca, tem inveja da Grande, dá tic nervoso
quando tem vontade contrariada e que se oferece para ser
madrinha de tudo quanto é boi da ilha?
a. Cuca
b. Madame Mim
c. Maga Patalógica
d. Darlene
e. A Branca
5. Qual o prefeiturável (mais rejeitado) que deixou dezenas
de obras inacabadas na capital, traiu nossa rebelde ilha e
agora diz que é candidato "por amor a São Luís?" Dica: é
cunhado de uma "dublê de senadora e madrinha de boi
profissional".
a. Pinóquio
b. Coringa
c. Ricardo Murad, vulgo "Boneco de Olinda"
d. d. Esqueleto
e. e. Renato Mendes
6. Qual o brinquedo voador adquirido pelo suplente de
senador em nome daquela famosa faculdade para carregar o clã
da oligarquia?
a. Balão
b. Asa Delta
c. Pára-quedas
d. Zepelim
e. Jatinho
7. Quem é o expert em golpes políticos e tido como sócio
oculto do Uniceuma?
a. Luís Estevão
b. Hidelbrando Pascoal
c. José Sarney
d. Paulo Maluf
e. Nicolau dos Santos Neto
8. Qual o tipo de moradia que o famoso casal
(Roseana/Jorginho) acho muito confortável, mas não chegam nem
perto?
a. Casa de taipa
b. Condomínio fechado
c. Pedrinhas
d. Bangu IV
e. Casa de Praia
9. Quem é a Senadora que ao invés de estar no "Vale
rabalhar" em Brasília, só quer saber do "Vale Festejar", no
Maranhão?
a. Hillary Clinton
b. Magaly
c. Roseana Sarney
d. Xefetinha
e. Cicciolina
10. Qual é o trecho da ESTRADA FRANTASMA de onde foram
desviados 33 milhões de reais?
a. BR Roseana Sarney - Zero à Esquerda
b. b. MA Jorge Murad - USIMAR
c. c. Arame-Paulo Ramos
d. d. Rodovia Começo do fim - Escritório da LUNUS
e. e. Via BEM fácil de roubar - Pólo de confecção de
Rosário.
**************
Confira os resultados com as alternativas corretas abaixo.
Se você errou pelo menos uma das perguntas, cuidado! Você
poderá ser enganado votando num candidato que só atrasa o
Maranhão. Se acertou todas, parabéns! Você é um eleitor
consciente.
Respostas Corretas:
(1-C) (2-C) (3-E) (4-E) (5-C) (6-E) (7-C) (8-A) (9-C) (10-C)
* Fonte: E-mail recebido em 28.agosto.2004
Marque somente uma alternativa:
1. Qual o nome da família responsável pelo atraso e miséria
do Maranhão?
a. Smith.
b. Kennedy
c. Sarney
d. Clinton
e. Walker
2. Qual a "dupla dinâmica" que quebrou o Estado do Maranhão
nos últimos oito anos?
a. Bush e Bárbara
b. Batman e Robin
c. Roseana e Jorginho
d. Tom e Jerry
e. Pingüim e Mulher Gato
3. Qual o nome da "empresa" do "tio patinhas maranhense"
onde foi encontrado a "bagatela" de R$ 1 milhão e 340 mil
reais?
a. Irmãos Metralha & Cia
b. Ronald Biggs Ltda.
c. A branca de Neve e os 7 anões do orçamento S/A
d. Lalau Fusões e Incorporações Ltda.
e. Lunus
4. Qual o apelido da Senadora mimada, que tem chilique,
esperneia, pisca-pisca, tem inveja da Grande, dá tic nervoso
quando tem vontade contrariada e que se oferece para ser
madrinha de tudo quanto é boi da ilha?
a. Cuca
b. Madame Mim
c. Maga Patalógica
d. Darlene
e. A Branca
5. Qual o prefeiturável (mais rejeitado) que deixou dezenas
de obras inacabadas na capital, traiu nossa rebelde ilha e
agora diz que é candidato "por amor a São Luís?" Dica: é
cunhado de uma "dublê de senadora e madrinha de boi
profissional".
a. Pinóquio
b. Coringa
c. Ricardo Murad, vulgo "Boneco de Olinda"
d. d. Esqueleto
e. e. Renato Mendes
6. Qual o brinquedo voador adquirido pelo suplente de
senador em nome daquela famosa faculdade para carregar o clã
da oligarquia?
a. Balão
b. Asa Delta
c. Pára-quedas
d. Zepelim
e. Jatinho
7. Quem é o expert em golpes políticos e tido como sócio
oculto do Uniceuma?
a. Luís Estevão
b. Hidelbrando Pascoal
c. José Sarney
d. Paulo Maluf
e. Nicolau dos Santos Neto
8. Qual o tipo de moradia que o famoso casal
(Roseana/Jorginho) acho muito confortável, mas não chegam nem
perto?
a. Casa de taipa
b. Condomínio fechado
c. Pedrinhas
d. Bangu IV
e. Casa de Praia
9. Quem é a Senadora que ao invés de estar no "Vale
rabalhar" em Brasília, só quer saber do "Vale Festejar", no
Maranhão?
a. Hillary Clinton
b. Magaly
c. Roseana Sarney
d. Xefetinha
e. Cicciolina
10. Qual é o trecho da ESTRADA FRANTASMA de onde foram
desviados 33 milhões de reais?
a. BR Roseana Sarney - Zero à Esquerda
b. b. MA Jorge Murad - USIMAR
c. c. Arame-Paulo Ramos
d. d. Rodovia Começo do fim - Escritório da LUNUS
e. e. Via BEM fácil de roubar - Pólo de confecção de
Rosário.
**************
Confira os resultados com as alternativas corretas abaixo.
Se você errou pelo menos uma das perguntas, cuidado! Você
poderá ser enganado votando num candidato que só atrasa o
Maranhão. Se acertou todas, parabéns! Você é um eleitor
consciente.
Respostas Corretas:
(1-C) (2-C) (3-E) (4-E) (5-C) (6-E) (7-C) (8-A) (9-C) (10-C)
* Fonte: E-mail recebido em 28.agosto.2004
quinta-feira, agosto 26, 2004
Só no Maranhão

Ponte sobre Estreito dos Mosquitos - Porta de entrada de São Luís(Maranhão)
Imagem retirada do Jornal o Imparcial(http://www.oimparcial.com.br) em 25.ago.2004
Esse é o retrato da deliqüência dos nossos representantes políticos. Não se pode admitir que uma cidade, capital de um estado da federação tenha apenas um meio ligação(rodoviária) entre o continente e a ilha(São Luís).
É inadmissível que os representantes políticos pelos quais somos cancerosamente representados não vislumbraram essa realidade pelo qual estamos passando.
A oligarquia, dona do poder no Maranhão, dona do Mar, dona da imagem, da voz, dona do céu, da água e do ar que tanto se beneficia dos nossos impostos, do nosso suor, do nosso trabalho não tem feito nada por nós, nada para mudar a realidade...
A oligarquia que só viaja de avião ou helicóptero, a oligarquia que não quer ver o Maranhão e sua gente crescer, que nunca fez nada para que possamos sair dessa situação de pobreza e miséria. Ora, se nem ao menos uma ponte temos, como podemos?
O Maranhão precisa pensar o que quer para si... Até quando iremos permanecer nessa pobreza, nessa mendicância? FORA A OLIGARQUIA SARNEY. FORA POLÍTICOS CORRUPTOS. Não é isso que queremos para nossas vidas.
quinta-feira, agosto 19, 2004
PETROBRÁ$$$$$$$$$$$$...
"Petrobras, sozinha, supera lucro dos 7 maiores bancos"Notícia veiculada no Jornal FOLHA ON LINE(http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u87959.shtml) - 19/08/2004 revela o lucro exorbidante da maior empresa do Brasil e do mundo. Se por um lado,
- gera milhares de empregos para o país;
- promove o desenvolvimento nacional;
- coloca o Brasil como país detentor de grande conhecimento de extração de petróleo tanto em terra quanto no mar, sem falar de gás natural,
(...)
Por outro lado não podemos esquecer dos seguintes aspectos:
- o produto explorado e distribuído por essa empresa(petróleo e seus derivados) são responsáveis pelo aquecimento global, devido a emissão de CO2 para a atmosfera;
- os desastres ambientais causados por derramento de óleo nos mares;
- a morte de vários operários durante exploração de petróleo em plataformas de petróleo no atlântico;
- dentre outros aspectos negativos.
Considerações finais: deve-se colocar na balança todos esses aspectos e reconsiderarmos nossas ações. O desenvolvimento sustentável ainda é a melhor forma da manuntenção do equilíbrio no planeta terra. O petróleo como não renovável e poluidor é a melhor maneira de alavancar o desenvolvimento? Os estudos sobre fontes de energias alternativas ficarão nas prateleiras das universidades? O certo é que o cartel, o poder e a indústria do petróleo ainda é muito poderosa e o meio ambiente como agente passivo de toda essa história sofre todos os danos causados por sua utilização indevida e desenfreada.
Ass: Fábio Ribeiro
terça-feira, agosto 17, 2004
Eleições 2004
Caros Eleitores ,
Inicia hoje o Horário Eleitoral Gratuito - Eleições Municipais 2004 - e que começa a alugar a paciência dos eleitores, cansados de tantas mentiras. Vamos todos ficar atentos às propostas relacionadas ao meio ambiente. Seria oportuno algum dos candidatos apresentar planos que conciliem geração de emprego e renda à preservação ambiental. Irei fiscalizar com mais atenção os candidatos do partido, o qual sou filiado - Partido Verde, para que possa cobrar destes, quando eleitos, suas promessas de campanhas e procurar desmascarar aqueles que usam a plataforma ambiental como instrumento de marketing pessoal visando beneficiar-se politicamente.
Ass: Fábio Ribeiro
fabioslma@terra.com.br
Inicia hoje o Horário Eleitoral Gratuito - Eleições Municipais 2004 - e que começa a alugar a paciência dos eleitores, cansados de tantas mentiras. Vamos todos ficar atentos às propostas relacionadas ao meio ambiente. Seria oportuno algum dos candidatos apresentar planos que conciliem geração de emprego e renda à preservação ambiental. Irei fiscalizar com mais atenção os candidatos do partido, o qual sou filiado - Partido Verde, para que possa cobrar destes, quando eleitos, suas promessas de campanhas e procurar desmascarar aqueles que usam a plataforma ambiental como instrumento de marketing pessoal visando beneficiar-se politicamente.
Ass: Fábio Ribeiro
fabioslma@terra.com.br
terça-feira, agosto 10, 2004
O MARANHÃO NÃO É LIXEIRO
Você está feliz com a notícia de que indústrias, refinarias poderão ser implantadas no nosso Estado? Eu particularmente não estou... Leia o texto abaixo e tire suas próprias conclusões. Finalizando, acredito que a melhor forma de preservar é não agredindo. Temos condições suficientemente grandes de gerar riquezas a partir das nossas próprias potencialidades. Artezanato local, criação, agricultura, arte, cultura, turismo. Vamos impedir que isso aconteça. Políticos, por favor se manifestem!
Ecologia
Refinarias: um perigo ambiental
22.abril/2003 - Brasil- Adital/ Fórum Carajás- O Maranhão vai tentar demonstrar que é o mais pobre e que reúne melhores condições, como localização geográfica e a infra-estrutura de transporte, além de garantir todas as facilidades para a implantação de uma refinaria, da mesma forma como foi com a Alumar e os demais empreendimentos de grande porte instalados neste Estado. Já com investidores à vista (representantes da Índia estiveram sondando o Estado), com os quais já vem mantendo entendimentos, a refinaria no Maranhão atenderia ao mercado brasileiro e norte-americano.
O Governo Federal, diante de uma acirrada disputa entre Estados, resolveu, estrategicamente, evitar grandes choques entre os interessados, deixando para resolver, mais tarde, as decisões de implantação da refinaria. Porém, o governador José Reinaldo Tavares e a família Sarney devem continuar com seus esforços para que ela se instale por aqui, fazendo propaganda de pobreza e miséria e propondo a geração de milhares de empregos, um atrativo da conquista de apoio, inclusive, do contingente de desempregados.
Frei Beto, quando esteve no Maranhão, tratando sobre o Programa Fome Zero, apontou os assentamentos como um dos locais a serem contemplados de imediato pelo programa. O que significa dizer que os projetos de assentamento não foram exitosos ao longo da sua historia. O quadro de pobreza e miséria é evidente.
O que há por trás da vinda da refinaria ao Maranhão é um investimento de cerca de US$ 2 bilhões e o interesse de indústrias periféricas. Neste caso, grandes áreas serão desapropriadas, resultando na expulsão de milhares de famílias que desenvolvem atividades rurais, como ocorreu em Alcântara/MA. E mais gente sem trabalho.
A indústria do Petróleo, em toda sua cadeia de produção, envolve enormes riscos ambientais, dos derramamentos aos incêndios, seja em transporte por água, dutos, ferrovia ou rodovia, até a perda humana.
O secretário-geral do Sindipetro-RJ, em seu artigo apresentado no II Fórum Ambiental Pró-Rio, em 2001, Mozart Schmitt de Queiroz (ver www.sindipreto.org.br), levanta exemplos lamentáveis que envolvem a indústria do petróleo.
"Por serem grandes consumidoras de energia, as refinarias são grande consumidoras de petróleo e seus derivados, constituindo-se, portanto, em grandes agressoras da atmosfera. E, depois das refinarias, os produtos ainda têm que chegar aos distribuidores finais", cita um dos exemplos de agressão ambiental que estão no sítio acima.
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará – Brasil
Ecologia
Refinarias: um perigo ambiental
22.abril/2003 - Brasil- Adital/ Fórum Carajás- O Maranhão vai tentar demonstrar que é o mais pobre e que reúne melhores condições, como localização geográfica e a infra-estrutura de transporte, além de garantir todas as facilidades para a implantação de uma refinaria, da mesma forma como foi com a Alumar e os demais empreendimentos de grande porte instalados neste Estado. Já com investidores à vista (representantes da Índia estiveram sondando o Estado), com os quais já vem mantendo entendimentos, a refinaria no Maranhão atenderia ao mercado brasileiro e norte-americano.
O Governo Federal, diante de uma acirrada disputa entre Estados, resolveu, estrategicamente, evitar grandes choques entre os interessados, deixando para resolver, mais tarde, as decisões de implantação da refinaria. Porém, o governador José Reinaldo Tavares e a família Sarney devem continuar com seus esforços para que ela se instale por aqui, fazendo propaganda de pobreza e miséria e propondo a geração de milhares de empregos, um atrativo da conquista de apoio, inclusive, do contingente de desempregados.
Frei Beto, quando esteve no Maranhão, tratando sobre o Programa Fome Zero, apontou os assentamentos como um dos locais a serem contemplados de imediato pelo programa. O que significa dizer que os projetos de assentamento não foram exitosos ao longo da sua historia. O quadro de pobreza e miséria é evidente.
O que há por trás da vinda da refinaria ao Maranhão é um investimento de cerca de US$ 2 bilhões e o interesse de indústrias periféricas. Neste caso, grandes áreas serão desapropriadas, resultando na expulsão de milhares de famílias que desenvolvem atividades rurais, como ocorreu em Alcântara/MA. E mais gente sem trabalho.
A indústria do Petróleo, em toda sua cadeia de produção, envolve enormes riscos ambientais, dos derramamentos aos incêndios, seja em transporte por água, dutos, ferrovia ou rodovia, até a perda humana.
O secretário-geral do Sindipetro-RJ, em seu artigo apresentado no II Fórum Ambiental Pró-Rio, em 2001, Mozart Schmitt de Queiroz (ver www.sindipreto.org.br), levanta exemplos lamentáveis que envolvem a indústria do petróleo.
"Por serem grandes consumidoras de energia, as refinarias são grande consumidoras de petróleo e seus derivados, constituindo-se, portanto, em grandes agressoras da atmosfera. E, depois das refinarias, os produtos ainda têm que chegar aos distribuidores finais", cita um dos exemplos de agressão ambiental que estão no sítio acima.
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará – Brasil
segunda-feira, agosto 09, 2004
Constituição Federal
"Todos têm direito ao meio mbiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações". (Constituição da República Federativa do Brasil - artigo 225)
A Lei de Crimes Ambientais é uma ferramenta de cidadania. Cabe a nós, cidadãos, exercitá-la, implementá-la, dar-lhe vida, através do seu amplo conhecimento e da vigilância constante. Para maiores informações sobre a Lei e suas formas de aplicação, para pedir providências ou fazer denúncias, o cidadão brasileiro conta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA/MMA e com o Ministério Público Federal.
Fonte: IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Sede: Av. L4 - Norte, Ibama - Edifício-Sede Brasília - DF CEP: 70800-200 Telefone: (061) 316-1212 Internet: www.ibama.gov.br
A Lei de Crimes Ambientais é uma ferramenta de cidadania. Cabe a nós, cidadãos, exercitá-la, implementá-la, dar-lhe vida, através do seu amplo conhecimento e da vigilância constante. Para maiores informações sobre a Lei e suas formas de aplicação, para pedir providências ou fazer denúncias, o cidadão brasileiro conta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA/MMA e com o Ministério Público Federal.
Fonte: IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Sede: Av. L4 - Norte, Ibama - Edifício-Sede Brasília - DF CEP: 70800-200 Telefone: (061) 316-1212 Internet: www.ibama.gov.br
Planeta Terra
É necessário criarmos ações concretas no setor educacional para que tenhamos gerações futuras conscientes do seu papel preservacionista fundamentada num alicerce auto-sustentável. Nossa geração e muitas gerações anteriores pecaram por não poder exercer um desenvolvimento sustentável, tendo em vista as gerações futuras. Nossa casa, o planeta Terra, necessita que todos pratiquem ações pensando no coletivo. A sede e a ganância do capital é a locomotiva do longo processo de destruição da natureza, da vida e dos nossos recursos. Precisamos dar um freio brusco nessa trajetória destruidora. As soluções existem, cabe a todos colocá-la em prática.
Ass: Fábio Ribeiro
É necessário criarmos ações concretas no setor educacional para que tenhamos gerações futuras conscientes do seu papel preservacionista fundamentada num alicerce auto-sustentável. Nossa geração e muitas gerações anteriores pecaram por não poder exercer um desenvolvimento sustentável, tendo em vista as gerações futuras. Nossa casa, o planeta Terra, necessita que todos pratiquem ações pensando no coletivo. A sede e a ganância do capital é a locomotiva do longo processo de destruição da natureza, da vida e dos nossos recursos. Precisamos dar um freio brusco nessa trajetória destruidora. As soluções existem, cabe a todos colocá-la em prática.
Ass: Fábio Ribeiro
Viva a Vida
Além de "precisarmos amar" a cidade, precisamos fazer algo por ela... Não adianta somente ficarmos em gabinetes e ver a população morrer necessitada debaixo da ponte... Arregacemos as magas e vamos em frente.
Assinar:
Postagens (Atom)
